A HISTÓRIA DE VITA DE DENISE, QUE VENCEU UMA LESÃO NO MANGUITO ROTADOR

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“Foram quatro anos com dores no ombro. Meu braço esquerdo já estava com os movimentos bem comprometidos; mal conseguia movê-lo. Chegaram a me dizer que era bursite, mas nunca foi, como eu descobriria em 2013, ao chegar ao Vita e receber o diagnóstico de ruptura do tendão do manguito rotador.”

Nem todos os pacientes do Vita são atletas profissionais em busca de objetivos como uma vaga ou um título olímpico. A maioria busca vencer desafios menos midiáticos, mas não menos importantes. As vitórias do dia a dia, como a superação de uma dor aguda no ombro, fruto de uma ruptura (ignorada) do tendão do manguito rotador e com a qual se conviveu por um longo tempo, não é uma vitória pequena, como nos conta a enfermeira Denise Vieira.

“Foram quatro anos com dores no ombro. Meu braço esquerdo já estava com os movimentos bem comprometidos. Chegaram a me dizer que era bursite, mas nunca foi, como eu descobriria em 2013, ao chegar ao Vita”, diz Denise, enfermeira formada pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e que, recentemente, tornou-se bacharel em Direito.

“Denise chegou ao Vita com uma ressonância que não dava o laudo do seu verdadeiro problema. Fizemos novos exames e constatamos ser uma lesão no manguito. Por isso, ela sofria com muitas dores. Essa é uma lesão que ocorre, em muitos casos, de forma atraumática, ou seja, não é resultado de queda ou pancada. Nos casos em que se chega à ruptura, como foi o dela, é necessário tratamento cirúrgico”, explica o médico-ortopedista do Vita, especialista em ombro e joelho, Alexandre Bitar.

Denise no pós-operatório, em 2013. "Fiz a cirurgia [no manguito rotador] e passei um mês sob muitas sessões de fisioterapia. Segui as indicações para finalizar o tratamento em casa, em Rio Branco [capital do Acre] e hoje posso dizer, com toda a segurança, que estou 100%."
Denise no pós-operatório, em 2013. “Fiz a cirurgia e passei um mês sob muitas sessões de fisioterapia. Segui as indicações para finalizar o tratamento em casa, em Rio Branco [capital do Acre] e hoje posso dizer, com toda a segurança, que estou 100%.”

A CAUSA DA RUPTURA DO MANGUITO ROTADOR

Denise acredita saber qual foi a causa de sua lesão. “Meu marido foi submetido a um transplante de fígado e, como além de esposa, também sou enfermeira, passei um longo período desempenhando a tarefa de pegá-lo no colo para inúmeras atividades: tomar banho, ir ao banheiro, sair do quarto para sala; voltar para o quarto, enfim. Era uma rotina pesada, que sobrecarregou meu ombro e, em razão dos esforços repetidos, acredito, tive a lesão.”

“Em casos como o de Denise, é preciso fazer o reparo do tendão e de outras lesões que se associam. Por exemplo, ela tinha uma artrose na articulação acromioclavicular”, diz Dr. Bitar.

A cirurgia aconteceu em 2013, mas a chegada de Denise, ao Vita, não foi planejada. “Eu estava em São Paulo, em razão do tratamento do meu marido, quando, pela internet, descobri o Vita e vi a oportunidade de ver o que havia no meu ombro. Foi assim que conheci Dr. Bitar. Fiz a cirurgia e passei um mês sob muitas sessões de fisioterapia. Segui as indicações para finalizar o tratamento em casa, em Rio Branco [capital do Acre] e hoje posso dizer, com toda a segurança, que estou 100%”, conta Denise.

“O caso de Denise evoluiu muito bem e com rapidez”, comenta Bitar. “Foi um momento bem difícil, mas que consegui superar”, completa Denise que, no momento, se prepara para o exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), dando continuidade à sua nova fase de vida.

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