AVALIAÇÕES FUNCIONAIS PARA EVOLUÇÃO E CRITÉRIOS DE ALTA: UM RETORNO SEGURO AO ESPORTE

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O objetivo do Curso de Avaliações Funcionais para Evolução e Critérios de Alta é discutir e praticar as avaliações [biomecânicas] mais adequadas para medir a evolução e dar alta ao paciente ou atleta de modo que retorne à atividade física de uma forma segura, evitando lesões.

A alta de um paciente é tão importante quanto o diagnóstico. Dada de forma equivocada, a alta pode por a perder, por exemplo, num retorno prematuro às atividades físicas, todo o trabalho bem realizado ao longo da reabilitação. Considerando a importância da alta, o primeiro curso do ano, oferecido pelo Instituto Vita e pelo Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita, tratará do tema: Avaliações Funcionais para Evolução e Critérios de Alta.

O curso, que será realizado nos dias 30 de maio e 01 de junho, é o primeiro de uma série de quatro a ser realizada ao longo do ano sob o guarda-chuva da biomecânica e tratará da avaliação em cinco áreas do aparelho locomotor: tornozelo, joelho, quadril, coluna e ombro.

As aulas serão ministradas por dois profissionais com sólida formação acadêmica e muita experiência prática: a gestora do LPM e fisioterapeuta do Vita, Andreia Miana, que é mestre em Biodinâmica do Movimento pela Unicamp, e o também fisioterapeuta do LPM e do Vita, Sérgio Souza, especialista em Biomecânica, Avaliação e Prescrição de Exercícios pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU).

O PRINCIPAL OBJETIVO DO CURSO

“O objetivo deste primeiro curso é discutir e praticar as avaliações [biomecânicas] mais adequadas para medir a evolução e dar alta ao paciente ou atleta de modo que retorne à atividade física de uma forma segura, evitando lesões. Estas discussões e as avaliações práticas são fundamentadas em evidências científicas atuais e baseadas na nossa experiência de mais de 10 anos no LPM”, explica Andreia.

Durante o curso, os alunos farão exercícios práticos de avaliações com equipamentos de alta tecnologia. Porém, daremos ênfase aos recursos tecnológicos bem mais acessíveis.
Durante o curso, os alunos farão exercícios práticos de avaliações com equipamentos de alta tecnologia. Porém, será dada ênfase aos recursos tecnológicos bem mais acessíveis.

A fisioterapeuta diz que a finalidade do curso é fazer com que o profissional esteja apto a realizar estas avaliações no seu consultório, clínica ou academia logo após as aulas. “Durante o curso, os alunos farão exercícios práticos de avaliações com equipamentos de alta tecnologia. Porém, daremos ênfase aos recursos tecnológicos bem mais acessíveis, o que é perfeitamente possível, além de facilitar a aplicação do conhecimento pela maioria dos profissionais.”

EFICIÊNCIA AVALIATIVA BASEADA EM DADOS

Sérgio Souza reforça a importância da avaliação funcional como critério de alta com base em números. “A gente sabe, por exemplo, que aproximadamente 30% dos atletas que são submetidos a reconstrução do tendão calcâneo [tendão de Aquiles] não retornam à prática esportiva, um número muito alto”, revela Souza.

O fisioterapeuta do Vita acrescenta que a chance de sucesso, para o retorno ao esporte, após a reconstrução do ligamento cruzado anterior [LCA] do joelho, pode variar entre 33% e 92%. “Um intervalo grande, associado ao fato de, nem sempre, o paciente ser submetido a avaliações que simulem, de forma prévia e num ambiente controlado, a real demanda esportiva.”

Os professores do curso dizem que o profissional de saúde precisa ter parâmetros de segurança para realizar as avaliações em seus pacientes.
Os professores do curso dizem que o profissional de saúde precisa ter parâmetros de segurança para realizar as avaliações em seus pacientes.

Souza enfatiza que o profissional de saúde precisa ter parâmetros de segurança para experimentar essas situações em seu paciente. “Isso é possível e temos aprimorado há anos no Vita, por meio do que chamamos de Avaliação para o Retorno ao Esporte: uma bateria de testes [cientificamente validados e realizados em segurança] para a articulação que está sendo tratada.”

O curso se propõe a transmitir essas técnicas, permitindo aos profissionais percorrer o caminho da reabilitação de seus pacientes de forma segura. “Sabemos que treinos-teste orientados sob parâmetros de avaliação adequados, como os que mostraremos no curso, reduzem em até 51% as chances de uma nova lesão na articulação recém-tratada”, completa Souza.

Clique aqui e faça sua inscrição no curso.

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