DREAM ART PROJECT E VITA: A ARTE DE CUIDAR DE GRANDES SONHOS

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Participações em projetos sociais, como o Dream Art Project, deixam evidente que, além da saúde, os profissionais da área médica cuidam de sonhos.

O Vita Care se tornou, no mês de janeiro, parceiro de um lindo projeto social que visa ajudar jovens talentos do jiu-jitsu a realizar o sonho de se tornarem atletas profissionais: o Dream Art Project.

O projeto selecionou, ao longo do ano passado, 14 jovens de todo o Brasil que se destacaram em torneios nacionais e regionais. No dia 23 de janeiro, o projeto será lançado oficialmente, tendo o Vita Care como braço médico, o que inclui apoio fisioterápico, ortopédico e avaliações físicas realizadas pelo Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita.

Entre 2017 e 2018, foi feito um projeto-piloto com cinco jovens. O sucesso obtido convenceu seu criador, o atleta Isaque Bahiense Braz, multicampeão em todas as faixas e atual campeão mundial na faixa-preta, na categoria peso-médio, a dar continuidade e ampliá-lo. Tendo como casa a academia Fight4Fit, que é associada à equipe internacional Alliance, uma fábrica de campeões mundiais, o projeto também conta com o patrocínio máster da Starboard Restructuring Partners.

“Quando eu soube do Dream Art Project, fiquei encantada e achei que tinha tudo a ver com a proposta do Vita Care. Trouxe a sugestão e a parceria foi firmada. Estamos trabalhando na avaliação clínica dos atletas para saber das reais condições deles para a prática do esporte competitivo. Com esses exames, é possível saber o que precisa ser melhorado na preparação deles, tornando o trabalho de condicionamento mais efetivo”, diz a gestora do Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita, Andreia Miana.

AS MELHORES CONDIÇÕES PARA FAZER OS SONHOS GERMINAREM

Rui Alves, um dos participantes do Dream Art Project, faz teste no Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita, sob a supervisão do fisioterapeuta do Vita Sérgio Souza.
Rui Alves, um dos participantes do Dream Art Project, faz teste no Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita, sob a supervisão do fisioterapeuta do Vita Sérgio Souza.

“A ideia é que esses jovens atletas tenham as melhores condições possíveis para poderem viver o que eu vivi. Nasci em Bangu, no Rio de Janeiro, num contexto de muita adversidade e, por meio do jiu-jitsu, realizei meus sonhos”, diz Isaque Bahiense Braz, criador do projeto.

Participações em projetos dessa natureza deixam evidente que, além da saúde, os profissionais da área médica cuidam de sonhos. “A ideia é que esses jovens atletas tenham as melhores condições possíveis para poderem viver o que eu vivi. Nasci em Bangu, no Rio de Janeiro, num contexto de muita adversidade e, por meio do jiu-jitsu, realizei meus sonhos”, diz Isaque Bahiense Braz.

Apesar de todo o suporte no projeto, para fazer parte dele, os jovens passaram por inúmeros testes que não se restringiram a desempenho técnico e atlético em treinos e competições. Antes de serem aprovados, eles passaram 45 dias no alojamento-casa em São Paulo, num “aquecimento” para a experiência do projeto de fato. A avaliação considerou, nesse período, o compromisso dos atletas com as tarefas domésticas e, principalmente, a satisfação em fazer parte do projeto.

Os benefícios aos atletas que participam do Dream Art Project não são poucos, vão desde um bom lugar para morar, treinos de segunda a segunda, acompanhamento médico, presença em 14 campeonatos por ano, incluindo o mundial, e até aulas de inglês, duas vezes por semana.

“AO GANHAR O PRIMEIRO CAMPEONATO, EU SENTI O QUE VIA NOS CAMPEÕES”

O amazonense Dima Moraes, que também integra o Dream Art Project, coloca, à prova, no LPM do Vita, seu equilíbrio, sob os cuidados do fisioterapeuta do Vita Ivan Momesso.
O amazonense Dima Moraes, que também integra o Dream Art Project, coloca, à prova, no LPM do Vita, seu equilíbrio, sob os cuidados do fisioterapeuta do Vita Ivan Momesso.

“Quando comecei a treinar jiu-jitsu foi paixão à primeira vista e, ao ganhar o primeiro campeonato, eu senti o que via na expressão dos campeões e tive certeza do que eu queria”, diz Dimas Moraes, integrante do projeto.

“O projeto é a oportunidade que eu tenho de vencer na vida pelo jiu-jitsu, que é o meu maior sonho na vida. Meu principal objetivo é ser campeão mundial”, diz o amazonense Dimas Moraes, de 22 anos, que pratica o esporte desde os 15 e é um dos integrantes do projeto. Segundo Moraes, o sonho dele surgiu ainda na adolescência, quando viu, pela televisão, a expressão de felicidade no rosto de atletas ao conquistarem títulos. “Quando comecei a treinar jiu-jitsu foi paixão à primeira vista e, ao ganhar o primeiro campeonato, eu senti o que via na expressão dos campeões e tive certeza do que eu queria.”

Rui Alvez Neto tem 19 anos, é de São Paulo, e começou a treinar jiu-jitsu aos 15, com o pai, que é faixa-preta. A referência paterna fez o menino sonhar grande: ser campeão mundial. “Meu pai não pôde seguir carreira como atleta, mas eu, desde que comecei, tenho esse sonho e tudo o que eu mais queria era ser escolhido para um projeto como esse, com toda a estrutura profissional, que nos permite treinar com os melhores da modalidade e ter os melhores professores. Estou aprendendo demais.”

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