ELAINE ESKENAZI: PULSO FIRME PARA SUPERAR AS ADVERSIDADES

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“Eu faço tudo o que eu fazia antes da lesão. Minha mão esquerda não falha mais. Tudo o que eu retomei de movimento para minha vida é um ganho inquestionável. Recobrei a vida normal.” Conheça a História de Vita da empresária Elaine Eskenazi que, depois de alguns anos lutando contra dores e limitações em seu braço esquerdo, encontrou no Vita os serviços e os profissionais que procurava para vencer as adversidades.

Foi no inverno de 2014 que a administradora de empresas Elaine Eskenazi viajou para o Valle Nevado, no Chile. “Estava fazendo Snowboard quando um rapaz que esquiava trombou em mim e eu caí para trás.” Na queda, a reação instintiva de Elaine foi colocar as mãos para proteger-se. O peso do seu corpo e a energia da trombada se concentram nas mãos e nos braços dela, principalmente no membro esquerdo, o que resultou na fratura do rádio distal (antebraço).

“Quando fui levantar, não sentia a lesão, ao me apoiar no chão com a mão lesionada — sou canhota —, caí novamente [o apoio estava frágil]. O rapaz que havia me derrubado me ajudou a levantar, arregaçou a minha manga e constatou que meu braço estava quebrado. Estávamos num lugar bem alto e foi feito um procedimento de resgate. Desci numa prancha até o pé da montanha, onde um ortopedista fez o procedimento de redução [alinhamento dos topos da fratura à posição anatômica adequada]. Um ou dois dias depois, eu retornei ao Brasil.”

De volta para casa, Elaine passou em consulta com um ortopedista que lhe foi indicado. “Ele me pediu alguns exames. Fiz tudo rapidamente porque queria operar logo.” A administradora conta que o ortopedista realizou o procedimento e usou, como técnica para reparar as lesões, a colocação de fios de Kirschner. “Voltei da sala de cirurgia para o quarto ‘morrendo’ de dor. Mesmo depois de alguns dias, a dor não passava. Aliás, não passaria tão cedo”, explica Elaine.

FRUSTRAÇÃO PROLONGADA

Uma mulher ativa, que além de amar o trabalho, não abre mão de atividades, físicas — pratica tênis —, Elaine viu sua expectativa de recobrar uma vida normal naufragar dia após dia. “A meu ver, as dores que sentia deveriam desaparecer com o tempo, mas, no meu caso, depois do tratamento cirúrgico, pioravam. Eu me via impedida ou insegura em realizar tarefas simples do cotidiano, como segurar um prato de comida, fazer uma assinatura, escrever, lavar o cabelo. Jogar tênis, então, nem pensar. Tentei algumas vezes, mas, ao fazer alguns movimentos, a raquete caía da minha mão. Sem contar a dor diária, insuportável. Eu tinha muita dificuldade para movimentar a mão e os dedos.”

Elaine não podia aceitar aquela situação como normal, mesmo que lhe dissessem o contrário. Assim, ela insistiu com o ortopedista de que algo deveria ser feito e, após novos exames, o profissional decidiu retirar os fios de Kirschner. “Os fios foram retirados, mas dor permaneceu. Então, eu procurei um amigo médico, oncologista, e pedi que me indicasse o melhor médico de mão que ele conhecesse, porque eu não melhorava, nem do ponto de vista dos movimentos nem das dores. Foi assim que cheguei ao Dr. Mateus Saito e ao Vita.”

ENFIM, UMA VIDA NORMAL

Ao chegar ao Vita, Elaine conta que Dr. Saito lhe pediu uma série de exames e passou a acompanhá-la, com o objetivo de encontrar a melhor saída para resolver, de fato, seu problema. Saito a observou por um bom período até decidir o que era o mais adequado fazer. “Elaine havia sofrido uma fratura de rádio distal, foi operada, desenvolveu uma deformidade que limitava muito os movimentos e, para corrigir e devolver-lhe os movimentos, bem como eliminar as dores crônicas, fizemos uma cirurgia usando a técnica de Sauvé-Kapandji”, explica.

“Dr. Mateus reconstruiu e salvou meu braço. Eu tive um pós-cirúrgico sem dores, maravilhoso, muito diferente do que vivenciara na primeira cirurgia. Eu me lembro, na primeira cirurgia, de acordar já chorando de dor. Da segunda vez, em nenhum momento foi assim.”

Tão logo foi autorizada, Elaine começou a fazer a fisioterapia no próprio Vita. “Tive à disposição, nesse trabalho de reabilitação, uma profissional maravilhosa [a terapeuta ocupacional do Vita, Raquel Ferraz Luz]. Pouco a pouco, todos os meus movimentos foram voltando. Hoje, consigo ter uma vida normal. Fiquei com uma cicatriz, uma diferença no tamanho do braço esquerdo para o direito, mas, desde o começo, eu disse ao Dr. Mateus que a parte estética não me incomodava.”

Até porque, a cirurgia tinha corrigido outros problemas que a incomodavam muito mais. “Depois da primeira cirurgia, meus dedos ficaram tortos e, ao dar tchau, dois deles ficavam meio caídos. Isso me entristecia de verdade. Talvez só eu reparasse, mas me incomodava. Na segunda cirurgia, Dr. Mateus aproveitou para fazer ajustes nos tendões e, em grande medida, embora não completamente, corrigiu esse problema.”

A empresária ainda lembra que havia um nervo que, depois da fratura e da primeira cirurgia, soltou-se e passou a doer demais, sobretudo quando era tocado. “Hoje, não tenho mais esse problema, a não ser que eu encoste com força em alguma coisa, o que é muito raro.”

Elaine diz que buscou o Vita e Dr. Saito porque “queria voltar a ter a vida mais normal possível e foi o que aconteceu.” Ela retomou as aulas de tênis, sem o risco de que a raquete caísse por qualquer movimento básico do esporte. “Eu faço tudo o que eu fazia antes da lesão. Minha mão esquerda não falha mais. Tudo o que eu retomei de movimento para minha vida é um ganho inquestionável. Recobrei a vida normal. Hoje, qualquer pessoa que se queixa de dor ou de algum problema ortopédico, eu indico o Vita, porque os melhores médicos estão lá, sem dúvida.”

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