HISTÓRIAS DO PAN NUM QUADRO DE AUTÓGRAFOS NO VITA

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O ortopedista do Vita, especialista em mão e membro da equipe médica do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Dr. Mateus Saito, esteve nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru) com o Time Brasil e trouxe uma lembrança rica em histórias do Pan: uma camisa da seleção brasileira feminina de handebol repleta de autógrafo das jogadoras.

As histórias estão em toda a parte e, no Vita, há muitas. Por exemplo, atrás de uniformes de seleções e clubes enquadrados, cheios de autógrafos e expostos nas paredes de nossas clínicas há mais que ornamentos, há muitas histórias.

A mais recente foi contada nos Jogos Pan-Americanos de Lima, disputados em julho deste ano. Como acontece há quase 20 anos, muitos profissionais do Vita, que também são médicos de confederações atléticas nacionais e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que, por meio do Time Brasil, engloba todos as modalidades esportivas, estiveram em Lima, no Peru, cuidando dos nossos atletas.

Dr. Mateus Saito, o segundo da direita para a esquerda, comemora com as meninas da seleção o sexto título Pan-Americano consecutivo.

O ortopedista do Vita, especialista em mão e membro da equipe médica do COB, Dr. Mateus Saito, foi um deles e trouxe, para expor no Vita por tempo indeterminado, uma nova camisa repleta de autógrafos: a da seleção brasileira feminina de handebol, que, em Lima, fez história mais uma vez e se sagrou hexacampeã dos Jogos Pan-Americanos.

Durante os Jogos, Saito desempenhou, ao menos, dois papeis: coordenou os trabalhos médicos prestados aos atletas da Seleção Brasileira de Judô e também teve a missão de acompanhar as seleções que não vieram com seus médicos próprios. “Por uma questão de escala e por eu ser especialista em mãos fui designado para a seleção feminina de handebol.”

A importância dos médicos para as histórias do Pan

Um dos autógrafos na camisa que ficará exposta no Vita é o de Deonise Fachinello, experiente jogadora da seleção que atua pela equipe austríaca Hypo Nö e que recebeu os cuidados médicos de Saito durante o Pan.

“Tenho bastante experiência em Olimpíadas e Pan-Americanos. Posso dizer que, a cada ano que passa, os profissionais são mais capacitados e mais atenciosos, estão disponíveis 24 horas por dia, o que, para quem está em competição, é muito importante. Precisamos de atendimento rápido, recuperação rápida e essa disposição dos médicos nos ajuda a ter o melhor rendimento possível”, disse a atleta da seleção brasileira.

Dr. Saito explica que o handebol é um esporte de contato com alta energia cinética, deslocamentos rápidos, saltos, impactos com outros jogadores e o gesto esportivo mais importante é o arremesso, chamado, pelos profissionais do esporte, de “chute”.

“Em virtude dessas características, associam-se ao handebol, lesões em diversas partes do corpo: pés, tornozelos, joelhos, ombros e mãos. Especificamente nesta competição, acompanhei lesões de mão, pé, musculares e uma fratura de nariz, que tivemos de controlar, melhorar os sintomas, mas não podíamos fazer nenhuma proteção rígida porque as regras não permitem essas proteções.”

Saito conta que conheceu a equipe de handebol no momento dos jogos. Segundo ele, elas já vinham sendo acompanhadas por outra profissional, a Dr. Pauline Bittencourt, que fez toda a preparação e é a médica oficial da seleção.

“Foi uma experiência muito gratificante: são todas atletas que atuam fora do Brasil e se esforçaram muito para conquistar essa vaga Olímpica. É importante frisar que o ouro no Pan garante a vaga em Tóquio 2020. Posso garantir que esta camisa vai ficar como recordação de uma experiência fantástica, por meio da qual aprendi a valorizar ainda mais esse esporte e essas atletas.”

Mais sobre o Vita no Pan

Além do handebol feminino, Saito também acompanhou o handebol masculino — medalha de prata no Pan de Lima — e a equitação, tanto o concurso completo de equitação, quanto a prova de saltos. “Na ocasião, pude prestar atendimento ao atleta Rui Fonseca, que sofreu um acidente com seu cavalo.”

“Tenho bastante experiência em Olimpíadas e Pan-Americanos. Posso dizer que, a cada ano que passa, os profissionais são mais capacitados e mais atenciosos, estão disponíveis 24 horas por dia, o que, para quem está em competição, é muito importante”, Deonise Fachinello, jogadora da seleção de handebol.

Além de prestar esse atendimento, o médico do Vita viu a equipe brasileira ganhar a medalha de prata e também garantir vaga para as Olimpíadas no concurso completo de equitação. “Também por equipe, os brasileiros levaram a medalha de ouro na prova de saltos e, mais uma vez, garantiram seu lugar nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020.”

Os outros esportes que Saito acompanhou de perto foram a patinação de velocidade e o judô. Neste último, fez um trabalho de supervisão médica. “Nos períodos em que eu não estava com as equipes, eu prestava atendimento no departamento médico do Time Brasil [coordenação geral do COB] e era referência em mão para todos os esportes presentes no evento.”

Dr. Saito explica que o Time Brasil conta com diversos médicos-referência, conforme a especialidade. “Casos de traumatismos ou dúvidas sobre o tipo de lesão em mãos eram encaminhados a mim, para que eu fizesse a revisão. Assim como eu encaminhava a outros médicos lesões que não eram da minha especialidade.”

Um desses profissionais era o Dr. Breno Schor, da equipe de ombro do Vita, que atendia a vários pacientes com queixa de ombro. “Dr. Schor tem um histórico de tratamentos bem-sucedidos com diversos atletas de diferentes modalidades, caso dos ginastas Arthur Nory e do nadador Bruno Fratus, que, neste Pan, ganharam, somados, seis medalhas. Cada um levou, ao menos, uma de ouro.”

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