MÉDICO DO VITA OPERA FERNANDO REIS, O HALTEROFILISTA BRASILEIRO QUE ESTÁ FAZENDO HISTÓRIA

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Fernando Reis tem apenas 28 anos e objetivos do tamanho da sua força: ser o primeiro halterofilista sul-americano a chegar ao pódio nos Jogos Olímpicos. Em dezembro, o bicampeão dos Jogos Pan-Americanos foi submetido a uma cirurgia para reparar o tendão quadricipital, realizada, com sucesso, pelo ortopedista do Vita, Dr. Caio D’Elia.

Maior halterofilista brasileiro da história, 5º colocado na última Olimpíada, 4º no Mundial do ano passado e bicampeão dos Jogos Pan-Americanos, Fernando Reis foi submetido, em dezembro, a uma bem-sucedida cirurgia de reparo do tendão quadricipital, realizada pelo ortopedista do Vita, especializado em joelho, Dr. Caio D’Elia.

“Nos últimos quatro anos, Fernando teve duas lesões parciais no tendão quadricipital”, diz D’Elia. A última lesão aconteceu pouco antes do Mundial do ano passado, quando, mesmo lesionado, obteve, na categoria acima de 109 kg, a 4ª colocação [melhor resultado da história de um atleta brasileiro na competição]. “Pela extensão da lesão, havia o risco de ruptura completa do tendão, o que seria uma tragédia aos propósitos dele. Por isso, optamos pela cirurgia.”

PERTO DO VITA HÁ UM BOM TEMPO

“Há anos, os médicos do Vita, Breno Schor [especialista em ombro e cotovelo] e Caio D’Elia, me acompanham de perto”, explica o halterofilista, que tem apenas 28 anos e objetivos grandes, como subir ao pódio das duas maiores competições da modalidade, o Mundial e as Olimpíadas.

O acompanhamento dos médicos do Vita, fruto de parceria da clínica com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), tem lhe ajudado a participar de todas as principais competições da modalidade nos últimos anos. Desde 2012, o atleta brasileiro tem ficado, sempre, entre os dez melhores halterofilistas das competições mais importantes do circuito mundial.

Imagens da galeria de fotos da Federação Internacional de Halterofilismo (IWF) trazem Fernando Reis em ação no Mundial de 2018, na categoria acima de 109 kg, quando obteve a 4ª posição, o melhor resultado alcançado por um brasileiro em toda a história desse esporte.
Imagens da galeria de fotos da Federação Internacional de Halterofilismo (IWF) trazem Fernando Reis em ação no Mundial de 2018, na categoria acima de 109 kg, quando obteve a 4ª posição, o melhor resultado alcançado por um brasileiro em toda a história desse esporte.

O PLANO DE REIS É ESTAR FORTE NO MUNDIAL DESTE ANO

A cirurgia foi realizada em dezembro e o atleta deve estar de volta aos treinos intensos em aproximadamente quatro meses.

Foi pensando em assegurar a recuperação de Reis a tempo da disputa do Mundial deste ano e, principalmente, de estar no ápice de sua condição nas Olimpíadas de Tóquio, em 2020, que D’Elia sugeriu realizar a cirurgia em dezembro de 2018. “Fiz um reparo do tendão quadricipital, associado a um reforço, utilizando tecido do tendão do semitendíneo”, explica D’Elia.

Segundo o médico do Vita, a previsão de retorno aos treinos intensos e preparatórios para as competições, logo após a cirurgia, era de seis meses. Como já se passou sete semanas da intervenção, o atleta deverá estar treinando forte em aproximadamente quatro meses. “Pode ser um pouco mais ou até um pouco menos. É muito difícil prever esse tipo de retorno com exatidão”, diz o médico.

“QUERO SER O PRIMEIRO SUL-AMERICANO A SUBIR NUM PÓDIO OLÍMPICO”

“Estamos intensificando o trabalho de fisioterapia. Temos pouco tempo para o Mundial e quero estar 100% recuperado para ele.”

Reis faz sua reabilitação nos Estados Unidos (EUA), onde vive atualmente. “Minha ideia é estar apto, em setembro, para disputar o Mundial. Por isso, estamos intensificando o trabalho de fisioterapia. Temos pouco tempo para o Mundial e quero estar 100% recuperado para ele”, afirma o atleta.

Apesar da gana em fazer bonito, de novo, no Mundial, Reis não perde de vista seu principal objetivo. “Com certeza, o que eu quero é subir no pódio e pegar a medalha nos Jogos Olímpicos. Quero ser o primeiro brasileiro e sul-americano a subir num pódio olímpico nessa modalidade”, completa.

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