YUDI TAMASHIRO REENCONTRA OS MOVIMENTOS QUE AMA AO ESCREVER SUA HISTÓRIA DE VITA

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O multiartista Yudi Tamashiro se colocou o desafio de gravar 32 clipes em um curto intervalo de tempo para um projeto de videoaulas de dança de hip-hop. A maratona o sobrecarregou e, em dado momento, ele mal conseguia andar, precisando da ajuda de uma cadeira de rodas. Agora, depois de duas semanas de tratamento no Vita, não vê a hora de retomar seu projeto de hip-hop.

Yudi Tamashiro tem apenas 26 anos, mas, pelo menos, desde os 11, é figura carimbada da televisão brasileira. Durante sete anos, ele foi um dos apresentadores do programa infantil do SBT chamado Bom Dia e Cia. Nem todos sabem que, de suas facetas artísticas, a de apresentador foi a última a se revelar. Ele chegou ao SBT por saber cantar, depois de dois anos como calouro do Programa Raul Gil. Começou a cantar com menos de 8 anos, mas antes disso ainda, aprendeu a dançar hip-hop. Como dançarino, foi bicampeão brasileiro.

Atualmente, o multiartista apresenta o programa “Deu REC”, que passa na Play Plus, aplicativo da TV Record. Além disso, é cantor e tem feito cada vez mais shows; tem um canal no YouTube (YudiTamashiroOficial) e está montando um curso on-line de hip-hop, em que ensina os passos da dança. Foi trabalhando nos clipes do curso que Yudi se lesionou.

“Eu estabeleci, a mim mesmo, que gravaria 32 clipes em dois meses”, diz Yudi, que aprendeu a dançar por meio de uma ONG chamada Ser, que atuava nas comunidades de São Vicente, cidade do litoral paulista, ensinando as crianças sobre a cultura hip-hop. “Houve momentos, principalmente na reta final das gravações do curso, em que eu praticamente acordava, passava o dia e ia dormir dançando. Meu corpo começou a sentir, mas eu tomava termogênico, para suportar a maratona, e ia. Quando faltava apenas um clipe, eu fui fazer um movimento chamado freeze e senti.”

A LESÃO

Yudi sentiu uma fisgada na região lombar. “Eu continuei, porque não me parecia algo sério, apenas uma fisgada. Fui para casa e dormi. No dia seguinte, quando acordei, não conseguia levantar da cama. Estava travado.” Ali, Yudi constatou que havia exagerado nos movimentos e, diante da inédita situação — nunca havia experimentado algo parecido —, sentiu um inevitável desespero. “Graças a Deus, eu vim parar no Vita. Cheguei aqui, há duas semanas, de cadeira de rodas. Hoje, uso uma muleta e, mesmo assim, mais por insegurança do que por necessidade: consigo andar sem muleta. Estou bem melhor.”

Para o multiartista, qualquer tipo de trabalho exige confiança entre as partes envolvidas e, quando se trata de saúde, essa relação é ainda mais importante. “A segurança dos profissionais do Vita me agrada demais. Vim para cá pela indicação de um amigo e o agradeço muito por isso. Ele me disse: ‘se eu me recuperei lá, tenho certeza que você também vai’ [ele havia sofrido um acidente de moto]. Aí, ele me indicou o Cleiton [Careta].”

A RECUPERAÇÃO DE YUDI TAMASHIRO

“Yudi veio para cá de cadeira de roda e reclamando de muitas dores na região lombar. Ele estava com a musculatura da região muito contraturada. Assim, fiz a soltura, trabalhei a mobilidade e, aos poucos, introduzi exercícios e ele veio respondendo e evoluindo de maneira muito impressionante. Eu expliquei a ele que, além de moderação, para alguém que dança profissionalmente, é fundamental entender que é necessário se preparar como se prepara um atleta”, diz o fisioterapeuta do Vita, Cleiton Careta.

Careta explica que seu trabalho, além de reabilitação, tem sido o de mostrar a Yudi o que é preciso fazer para não chegar a esse quadro de novo. “Ele já está praticamente sem dor. Agora, vamos trabalhar os exercícios adequados, fazê-lo ganhar a massa muscular apropriada para a demanda física dele e colocá-lo, assim, para fazer o que ama.”

“No Vita, encontrei profissionais que são realistas, que não têm receio de dizer o que precisa ser dito nem de fazer o que precisa ser feito. Como paciente, tenho de fazer um grande esforço, mas, quando a gente vê o resultado, se dispõe a fazer de novo se for necessário. Estou muito satisfeito e, depois da físio e de recobrar minha vida normal, farei a minha preparação física aqui.”

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